A nossa quarta
intervenção ocorreu entre os dias 07 e 08 de julho de 2015, o nosso tema foi
“Animal”. No primeiro dia a minha colega de dupla Jamille que tomou mais a
frente da aula eu ajudando em outros pontos. Assim a aula foi iniciada com uma dinâmica denominada
“Que animal eu sou?”, na qual escolhemos um aluno da turma e nas costas do
mesmo colamos uma folha com uma imagem e nome de um determinado animal, esse
aluno por sua vez deveria fazer perguntas a toda a turma a respeito das
características do animal que ele achava está em suas costas, à turma apenas poderia
responder “Sim” ou “Não”, a partir disso o aluno deveria dizer o nome do animal
que achava está em suas costas.
Logo depois disso foi feita a leitura da história “O leão e o rato” e discutida com os alunos, assim com base na história foi apresentada para eles a palavra geradora “Animal”, fazendo levantamentos prévios a cerca do que os alunos sabiam sobre animais (codificação) depois problematizando para a construção de novos conhecimentos (descodificação) e logo depois começou o processo de analise ( dividir a palavra geradora em sílabas e mostrar as famílias silábicas de cada uma) e logo depois a síntese (juntar as sílabas das famílias silábica para formar outras palavras).
Após os processos do método sociolinguístico aplicamos uma atividade com uma ficha catalógrafica, ou seja, um banco das famílias silábicas da palavra “Animal” para que os alunos fizessem o processo de síntese e fizessem a leitura dessas palavras. Posteriormente aplicamos outra atividade, na qual os alunos iriam dizer a quantidade de sílabas e de letras de palavras formadas com a família silábica da palavra geradora “Animal”. Nesse momento percebi um pouco de dificuldade na diferenciação entre letras e sílabas, pois a maioria crianças avançou do nível pré-silábico para o silábico, o qual ainda tem a hipótese de associar uma sílaba a uma letra, então para eles letra e sílaba é quase a mesma coisa. Para finalizar a aula do primeiro dia entregamos folhas de oficio para os alunos e solicitamos que desenhassem o animal que mais gostavam.
No segundo dia eu tomei
mais a frente da aula, enquanto Jamille me ajudava em alguns pontos. Foi
iniciada com uma revisão da aula anterior, na qual foi feita uma retomada da
história ‘ O leão e o rato”, fazendo perguntas aos alunos sobre o fato ocorrido
na história, perguntando sobre o que fariam se estivesse no lugar dos
personagens , entre outros. Após essa discussão questionamos aos alunos sobre a
escrita da palavra geradora, os mesmos iam falando as letras e a escrita era
feita no quadro por mim. Depois fiz o processo de análise, na qual fui
revisando as famílias silábicas da palavra geradora, já o processo de síntese,
o qual deveria juntar as sílabas para formar palavras os próprios alunos iam
falando um por vez, e eu ia escrevendo no quadro as palavras que eles estavam
formando.
Posteriormente a esses processo foi feito um bingo silábico com cartelas construídas pelos próprios alunos no dia anterior, processo o qual eles escolheram aleatoriamente as sílabas que queriam na sua cartela. O bingo foi um sucesso, uma das alunas com as iniciais M. C bateu sua cartela e ganhou o seu prêmio, a mesma ficou muito feliz e disse que ia levar a cartela do bingo e o seu prêmio para casa para sua mãe ver. Depois do bingo fizemos um ditado de palavras com o nome de 10 animais e fizemos a correção no quadro, na qual os alunos que não, escreveram a palavra correta não precisava apagar e sim escrever a correta do lado da sua . Para finalizar a aula distribuímos marcinha de modelar e solicitamos que os alunos fizessem animais utilizando a mesma, nesse momento eles se tornaram uns grandes artista, fizeram caracol, elefante, urso, cobra , entre outros. Assim pude perceber o quanto o mundo infantil é lindo, o qual uma massa de modelar faz feliz uma criança e incentiva a sua habilidade motora e sua criatividade.
Emfim o que posso dizer dessa quarta intervenção?, posso dizer que não foi um momento de experiência e sim o grande momento de experiência para os meus primeiros passos da docência, pois cada momento é insubstituível e único, cada momento nos proporciona um tipo de aprendizagem, a qual mexe com a formação do nosso profissional, pessoal e social.
Cada vez mais gosto da aplicação do método sociolinguístico, e cada vez mais fico me questionamos antes mesmo das intervenções a respeito do processo de análise e síntese de algumas palavras geradoras, pois as vezes acho meio difícil para os alunos, até mesmo sobre a palavra Animal, porém vir que os alunos não tiveram tanta dificuldade em assimilar as famílias da mesma não. Outro fato ainda foi o da codificação da palavra geradora animal, fiquei questionando antes também, porém vir que não foi bicho de sete cabeça, e que se deve tá preparada para conseguir levar a turma em torno da codificação e descodificação.
Assim vejo o quanto
está sendo importante as intervenções em sala, pois estou tendo o contato com a
realidade em sala de aula e me constituindo enquanto futura docente em sala, e
vejo que preciso ainda me aperfeiçoar para desenvolver os processos de
codificação e descodificação em sala.
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| Animal feito com massa de modelar pelo aluno do 2º ano ( Caracol) |
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| Animal feito com massa de modelar pelo aluno do 2º ano ( Tartaruga) |
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| Aluno formando palavras na ficha catalográfica |
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| sorteio das sílabas do bingo |
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| Escrevendo as palavras formadas pelos alunos com a família silábica da palavra "Animal" |





Átila,
ResponderExcluirComo antes disse foi muito bom a plicação , foi um grande aprendizados para nos todos. Faço um questionamento deu para você perceber algum avanço na turma? E quais dificuldades você também percebeu?
Átila,
ResponderExcluirComo antes disse foi muito bom a plicação , foi um grande aprendizados para nos todos. Faço um questionamento deu para você perceber algum avanço na turma? E quais dificuldades você também percebeu?
Átila, parabéns pela sua analise, e pelo seu empenho em sua formação docente. Quanto a aula, quais as suas atitudes diante os alunos que apresentaram dificuldade no momento da construção de palavras com a família silábica da palavra geradora?
ResponderExcluirAtíla e Jamille achei suas propostas de atividades muito lúdicas e enriquecedora para nossa prática educativa, conheço a turma e sei que qualquer atividade por mais simples que póssa parecer uma atividade a a sala vai abraçar e desempenhar muito bem, então quero só fazer observação será que não era hora de mudar nossos métodos junto a sala poís eu sei que ali podemos explorar muito mais outras habilidades pois sei que eles dão conta muito bem. ( É SÓ UMA SUGESTÃO).
ResponderExcluirÁtila! Sou suspeita de ler suas narrativas. Você já construiu diversos saberes docente no chão da escola. Daí questiono: Como o PIBID vem contribuindo na sua formação? Como é formar-se professor articulado com a escola?
ResponderExcluirOi Átila, muito boa sua reflexão,é muito bom fazer algo que nos dar prazer. Gostaria de saber se você fosse realizar essa atividade novamente se mudaria alguma coisa?
ResponderExcluirRespondendo a pergunta de Enne: Deu para perceber sim avanços na turma pró, uma aluna em especial que me chamou atenção foi ângela, no primeiro diagnóstico ela apenas reconhecia letras, já agora consegue lê palavras menores, e já nas maiores ela decodifica as sílabas, mas ainda não consegue junta todas para falar a palavra, algo normal. Temos que reconhecer que ale´m do trabalho do PIBID tem o seu em sala de aula, no dia-a- dia ali, corpo a corpo com os alunos, que é o que mais possibilitou esses avanços.
ResponderExcluirRespondendo Danilo: eu fui esclarecendo para eles que palavras deveriam ter sentido, que as palavras não eram somente a junção daquelas sílabas soltas, quando eles formavam essas sílabas soltas e achavam que eram palavras, eu sempre os questionava sobre o que ele formou, e assim reconheciam que não eram palavras e tentavam formar novamente algo que tivesse sentido.
ResponderExcluirrespondendo Murilo: obrigada!! em relação a sua sugestão, só colocando em prática pra ver se dar certo.
ResponderExcluirRespondendo Socorro: Na verdade durante todo o curso, apenas em dois momentos pude ver a realidade de sala de aula bem de perto: No estágio e no PIBID. Então o PIBID não só contribui e sim faz a diferença em minha formação, graças a ele hoje sei como lidar com alunos que estão se descobrindo na leitura e com alunos que já eram pra ter se descoberto a muito tempo, e com alunos que já estão avançados, graças a nossas experiencias em sala e a troca de experências com o colegas do PIBID. Forma-se professor articulado com a prática é muito bom, pois deixamos de ficar presos aqueles estudos teoricos em sala, no qual muitas vezes cairmos na ilusão de uma escola ideal de que tudo é flores e passamos a conhecer que também tem espinhos que devem ser enfrentados com muita garra para exercer a profissão professor.
ResponderExcluirrespondendo Mara: Nessa eu não mudaria nada não, mas acho que a cada intervenção sempre levamos experiencia para ir melhorando as outras.
ResponderExcluirOi Atyla, parabéns pelo trabalho! Gostaria de saber se o método sociolinguístico tem ajudado em seu desenvolvimento? Você acha que e a melhor maneira de de alfabetizar as crianças?
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