No
dia 25/04 iniciamos com uma dinâmica de apresentação na qual orientamos os
alunos a fazerem um bonequinho com a folha de oficio dobrada e fazer uma arte
no mesmo, tendo como objetivo desenvolver a coordenação motora das crianças.
Após a arte as crianças eram chamadas para mostrar seus bonequinhos aos colegas
e falar qual profissão queria ser quando crescesse e quais as suas expectativas
a respeito do que queria aprender na sala da professora supervisora, tal
atividade teve como objetivo a socialização das expectativas e desejos das
crianças para conhecimento de nós bolsistas do PIBID e das próprias crianças a
respeito delas e de seus colegas de classe.
No
segundo momento aplicamos a atividade de diagnóstico com objetivo de
identificar quais capacidades que os alunos já apresentavam ou não em relação
ao processo de aquisição de escrita e leitura baseado nos descritores de
leitura e escrita.
Dentro do diagnóstico estávamos avaliando se
os alunos conheciam as vogais, se identificavam letras sem as confundir com
outros símbolos da escrita, se conheciam os diversos tipos de letras, em quais níveis
de escrita as crianças se encontravam, se associavam o som a escrita, se
conseguiam copiar frases ditadas pelo professor, quais palavras escrevem de cor
e se fazem a leitura de texto, observando se fazem leitura de palavras canônicas
e não canônicas.
Os níveis de escrita foram baseados na
proposta de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky que se basearam na ideia de que a
obtenção do conhecimento se dava pela interação do sujeito e o objeto de
conhecimento, assim evidenciaram que antes de chegar na escola a criança já
fazia hipóteses sobre o código de escrita. (MENDOÇA & MENDONÇA, 2007).
Contudo
a aplicação do diagnóstico me proporcionou conhecer quais habilidades que os
alunos da sala de 2º ano do Ensino
Fundamental apresentavam a respeito da
aquisição da leitura e escrita. Ao observar por alto alguns alunos realizando
as atividades de diagnóstico foi possível identificar
em algumas crianças em quais níveis de escrita elas estavam. De essa forma pude refletir a
cerca da importância do embasamento teórico nas nossas atividades práticas do PIBID e o
quanto isso vai influenciar na minha percepção enquanto futura pedagoga para
construção de conhecimento, pois passei
a ver de outra forma elementos que antes do estudo teórico não me
causaria nenhum impacto.
Vejo
então que essa experiência na sala do 2º ano me fez perceber
o quanto
o professor deve ser habilidoso para alfabetizar várias crianças, assim segundo
Soares (2003, p. 80 apud MENDOÇA & MENDONÇA, 2007, p. 56) a “alfabetização é o processo pelo qual se adquire o domínio de um
código e das habilidades de utilizá-lo para ler e escrever, ou seja, o domínio
da tecnologia—conjunto de técnicas – para exercer a arte e ciência da escrita”.
Além disso, percebi também a variedade
de saberes que o professor tem que desenvolver para a gestão de classe, a qual
Doyle (1986) ressalta que consiste num
conjunto de regras e de disposições necessárias para criar e manter um ambiente
ordenado favorável tanto ao ensino quanto à aprendizagem.
Está sendo uma experiência nova e
gratificante,
pois o aprender a ler e escrever para uma criança a faz ver o mundo de outra
forma.
Aplicação
de diagnóstico
Cartaz de apresentação com bonecos



Átila querida!
ResponderExcluirParabéns pelas reflexões maduras e pelas articulações com as leituras realizadas no PIBID.
Átila querida!
ResponderExcluirConcordo com você; a reflexão que fez sobre os estudos de Ana e Emília para podermos saber que níveis as crianças estão e ser capaz de realizarmos intervenções que ajudarão os alunos a avançar no seu aprendizado.
OBRIGADA professora Socorro e Josiene.
ResponderExcluir